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Eu quero gastar com isso, pronto e acabou!

Muitas vezes esse é o nosso pensamento, mas será que sabemos quais são as despesas que fazem sentido no nosso orçamento?

A arte de classificar os gastos passa pelo respeito à individualidade e pela manutenção da qualidade de vida.

Ao contrário do que muitos pensam, olhar para as despesas não precisa ser uma caça às bruxas, que te faz cortar tudo que vê pela frente… até porquê, temos nossas prioridades.

Despesas que fazem sentido na rotina, independente do valor, e que são uma prioridade, mantemos.

Despesas que são complementares, sem obrigação de acontecer ou consumidas de forma não estudada, devem ser o foco da otimização.

Atividade física é uma necessidade, escolher fazer em uma academia é um desejo. Tendo isso em mente, cada um avalia o quanto é importante dentro do seu estilo de vida.

É um gosto pessoal?
Usa de forma constante?
É uma recomendação médica?
É uma forma de lazer?
Se esse gasto é alto, trocando é possível manter a mesma qualidade?

Não existe certo ou errado na hora de classificar os gastos em prioridade ou supérfluo. Existe apenas um olhar atento para que o consumo seja consciente.

Vamos fazer um exercício!
Se você precisasse cortar 300 reais das suas despesas, qual o primeiro gasto vem à mente?

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