Essa é uma fala comum, e faz parte do jargão de vários dos perfis financeiros. O ZERO A ZERO OBRIGATÓRIO não guarda por conta do seu custo de vida, que se equipara à sua receita.
Esse perfil tem como característica principal um gasto alto com despesas fixas, aquelas que acontecem todo mês e que não mudam de valor, como aluguel, prestações de imóvel e carro, saúde, educação, pacotes de serviços, entre outras. E isso é um problema, porque normalmente a soma deles fica igual à receita, impossibilitando investimentos.
A primeira coisa a se fazer para mudar essa situação é olhar o fluxo de caixa, classificando as despesas em prioridades e supérfluos e avaliando quais delas será possível otimizar. E a partir daí, fazer adaptações para que o orçamento se equilibre e comece a sobrar.
É importante entender que nosso padrão de vida deve ser proporcional àquilo que ganhamos. E isso significa não apenas fechar sempre o mês no positivo, como também guardar uma parte do nosso salário para imprevistos e para o futuro.
Caso isso não esteja ocorrendo, não tem como escapar: ou se diminui as despesas ou se aumenta a receita.
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