Essa é a tarefa mais trabalhosa do planejamento. É também a mais importante, pois só acompanhando o fluxo de caixa de perto é possível saber nossa realidade financeira.
Esse acompanhamento pode ser feito por caderninho, bloco de notas, extrato bancário, excel ou até aplicativos.
Lembre-se de registrar todos os gastos, dos mais importantes aos supérfluos. Para ajudar a organizar essas despesas, você pode usar a seguinte setorização:
Gastos fixos
Têm frequência mensal e valor que não muda.
Exemplos: aluguel, prestação do carro, plano de saúde, faculdade.
Gastos variáveis
Também possuem frequência mensal, mas o valor pode oscilar.
Exemplos: luz, supermercado, combustível.
Gastos extras
São esporádicos, atrelados à manutenção pessoal ou material.
Exemplos: dentista, terapia, mecânico, reforma.
Gastos adicionais
Não têm obrigação de acontecer, embora sejam associados à qualidade de vida e façam parte do orçamento da maior parte das pessoas.
Exemplos: viagem, cinema, restaurante, roupa, animal de estimação.
Classificar os gastos é um mero detalhe dentro do processo de registrá-los. Faça esse exercício e terá uma compreensão total do seu orçamento, que te ajudará a dominar suas finanças!
